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quarta-feira, 16 de abril de 2008

De malas aviadas


Chegou o dia deste blog escapar pela sua própria Porta, que está sempre entreaberta, e deixar-se levar pelo Vento para outras paragens. Para quem não sabia ainda, estamos de malas aviadas para o Sapo, que me acenou com a promessa de transformar-se em príncipe e a cumpriu em pleno, até agora. A toda a equipa do Sapo, personificada no Pedro Neves - o meu Sapo/Príncipe de serviço - agradeço a atenção e a paciência que teve com as minhas dúvidas informáticas e com os pormenores de "decoração". PSB, pega na tua mala também e vem daí. Temos nova casa, e está linda.
Deixo-vos com este delicioso video (o Sapo é esperto, veio logo cantar-me ao ouvido uma canção que é muito especial para mim...) e espero que continuem a aparecer sempre, mas agora aqui: http://portadovento.blogs.sapo.pt. Por favor mudem o vosso link e divulguem. O baile continua lá.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Mudanças

Há uns tempos, um sapo piscou-me o olho.

E eu vou atrás dele... sabe-se lá se não se transforma num príncipe?
Sempre acreditei em contos de fadas.
(Por enquanto, ainda continuo por cá. Quando me mudar do Blogger para o Sapo, aqui estará o novo endereço )


quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

He's back, ladies!


Aí está ele de novo, numa nova série de episódios (a 4ª, para já).
Por enquanto só na Fox, às segundas feiras à noite.
Por mim, já tenho lugar cativo. Na primeira fila, claro.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Está quase


A melhor coisa de se estar afastado durante algum tempo é constatarmos que fazemos falta e que gostam de nós. Seja para um grupo restrito de pessoas, seja para um imenso público anónimo, ser-se querido é sempre muito bom.
A longa lista de mails, por ler, na minha caixa postal, somada às mensagens que encontro aqui na caixa de comentários do blog, dizem-me que há quem tenha sentido a minha falta. Quem tenha tido saudades. E só por isso, meus amigos, já valeu a pena ter estado estes dias todos embrulhada em caixotes e com a casa virada do avesso.
Obrigada a todos, pelo carinho. Prometo voltar em breve (não, ainda não tenho net regularmente - não conhecem a TV Cabo, por acaso??), e, para já, vou passando por aqui para pôr a conversa em dia.
Nota 1: Que bom que é ter interlocutores inteligentes: deixei aqui um subtil desafio com a palavra "rede" (escrita e sugerida numa imagem vaga), o que suscitou logo vários trocadilhos e interpretações, tal como esperava.
Nota 2: As arrumações estão quase feitas. E não, não me mudei para o Palácio da Pena. Mas tenho pena.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Sem rede


Amigos:
Continuo sem net ainda, por isso não tenho aparecido nem respondido às mensagens. Passei hoje por aqui, numa corrida, mas não tenho tempo para mais do que deixar esta explicação. Amanhã, em princípio, já virei aqui com mais calma. E já com rede, espero.



quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Em vias de extinção

Imagine um lugar onde se pode ler gratuitamente as obras de Machado de Assis, ou A Divina Comédia, ou ter acesso às melhores historinhas infantis de todos os tempos. Um lugar que lhe mostra as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci. Onde se pode escutar músicas em MP3 de alta qualidade. Pois esse lugar existe!

O Ministério da Educação do Brasil disponibiliza tudo isso, basta aceder o site:

Só de literatura portuguesa são 732 obras! Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desactivar o projecto por falta de uso, já que o número de acessos é muito baixo. Vamos tentar reverter esta desgraça, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.
Nota: Recebi esta mensagem de um amigo, por e-mail, e publico-a aqui por me parecer importante a sua divulgação. O site é do governo brasileiro, mas todos nós podemos utilizar esta ferramenta. Aconselho uma visita. Ou melhor: muitas, para que não acabe.

sábado, 28 de julho de 2007

Roleta russa


Para quem, como eu, não conhecia praticamente nada sobre este problema, a enviada especial deste blog no Brasil conta o que se passa por lá.
E ainda nós nos queixamos...


quinta-feira, 14 de junho de 2007

Aviso à navegação


Para quem me lê (família, amigos e alguns incautos que aqui vieram parar por engano) aqui fica este aviso à navegação:
Quem é que disse que este blog era para ser lido sem comentários??? Ora essa, não concordo nada com isso! Por acaso já leram a minha Declaração de Princípios? Então vão lá atrás, vá lá...
Não me considero dona da verdade, não espero aplausos nem gosto de falar de cátedra, sobre nenhum assunto. As opiniões que exprimo neste blog não passam disso mesmo: opiniões minhas. E serão sempre necessariamente pobres se não forem confrontadas com outras, se não houver algum eco.
Escrevo porque essa é a minha forma de expressão, por necessidade íntima. Mas também por necessidade de partilha. E isso, meus caros, é o que me tem faltado aqui: ultimamente sinto-me a falar sozinha. Não pretendo transformar este blog numa intriga de comadres, mas gostaria muito que quem por aqui passa (e eu sei que passam alguns, vejo pela maquineta infernal que instalei lá em baixo...) deixasse comentários, provocações, massagens de ego, acusações, seja o que for.
A propósito disto, lembro-me de um tio que vivia numa quinta isolada lá para os lados da Serra da Estrela, a quem perguntaram uma vez: "Então como vai isso, lá no fim do mundo? Não te faz falta um amigo?". Ele respondeu, com um suspiro fundo: "Um amigo? Inimigo que fosse, caramba!".
Ora eu estou na mesma. A solidão é dura, gente, mesmo a virtual. Por isso acordem, reajam! Prometo responder. Só um pedido: identifiquem-se. E se não quiserem falar em público, mandem-me uma mensagem. Simples, não?