sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Diferente



Quem quiser ter alguma coisa que nunca teve,

vai ter que fazer alguma coisa que nunca fez.





7 comments:

Mad disse...

E quando já vamos na décima quinta coisa que nunca se fez e mesmo assim não funciona? Ah pois é...

ORIANA disse...

a quem o dizem...

Besos

Miguel disse...

Como estou há que tempos às voltas com esta espécie de aforismo da Ana e a única coisa que me ocorre é "ménage a trois" e porque este tipo de alusões podem estragar, do ponto de vista estético, este notável dário da Net que é o "Porta do Vento" proponho um outro aforismo que dispensa resposta e é certeiro que se farta. Penso que é da autoria do Pedro Mexia:

Selvajaria
O importante é exasperar as pessoas, ao ponto de as fazer abandonar os eufemismos em que se refugiam. E exibirem finalmente toda a sua selvajaria

Amadis de Gaula disse...

a quem o dizes...

Una venia, señores.

ana vidal disse...

Mad,
Continua-se a tentar, miúda. Não vejo outra solução. Quem sabe um dia...

Oriana e Amadis,
Um grande beijo para cada um.


Miguel,
Guardei-te para o fim porque o teu comentário me deixou de boca aberta: este aforismo, se quiseres chamar-lhe assim, é totalmente abstracto e aplica-se a tudo na vida. Significa apenas que não podemos ficar imóveis, à espera de que alguma coisa extraordinária nos aconteça, sem termos mexido um dedo. Quem quiser mais do que o comum, tem que ousar. Só isso!!
Mas, exactamente porque é aplicável a tudo, também é aplicável à ideia de um "ménage a trois"... para quem é esse o passo no escuro, o passo arriscado ou o passo em frente.
A interpretação foi tua, meu amigo, o que não significa necessariamente que seja esse o teu caso. Mas não me passou pela cabeça baixar o nível deste blog, nem tenho a certeza de que essa sugestão (mesmo que a tivesse feito) significasse necessariamente uma baixa no nível. É tudo tão relativo...
Quanto ao aforismo do Pedro Mexia, que já conhecia do Estado Civil, é muito bom mas não quer dizer o mesmo. Embora, como o meu, apele às vantagens de um abanão nas máscaras sociais que todos usamos, a ponto de nos esquecermos de quem realmente somos.
E esse abanão vem, muitas vezes, de quem nos exaspera (e que muitas vezes gosta de nós, ou não se daria ao incómodo de fazê-lo). Conviver com os eufemismos é muito mais fácil e mais seguro. E com isto voltamos ao tema dos lobos.

Um beijinho.

Miguel disse...

Ana:

Peço desculpa se o que escrevi "caiu " um pouco mal . Mais uma vez quis ter piada e quis fazer piada com o aforismo, que aliás, pode ser abordado com humor. Apenas isso. Os comentários são muitas vezes afixados de impulso e quando já lá estão, ou o editor decide retirá-los ou então é tarde para o próprio autor do comentario fazê-lo.

ana vidal disse...

Não tens nada que pedir desculpa, Miguel, sobretudo se era uma graça. Sou eu que peço desculpa, porque não a percebi e por isso fiquei admirada com o teu comentário. Esquece, não tem a menor importância. A língua portuguesa é muito traiçoeira, já todos sabemos!

beijos