quinta-feira, 9 de agosto de 2007

O regresso do comendador metralha


Aí temos outra vez o inenarrável comendador metralha, que já não fazia piruetas mediáticas há algum tempo. Tudo pela ribalta, que me parece ser o seu deus de estimação e que, palpita-me, vai ser um dia a sua perdição. Estes frágeis feitiços raramente são fiéis aos feiticeiros.

Desta vez, Berardo exige demissões estratégicas e faz, publicamente, insinuações sobre as reais intenções dos "grandes" do BCP. Ou melhor: as de Jardim Gonçalves, o maior dos "grandes" e seu principal rival na batalha sobre o rumo futuro do maior banco português. E Jardim Gonçalves, que até agora tinha ignorado olimpicamente este militante roedor dos seus calcanhares, perdeu a paciência e ameaçou processá-lo.

Não percebo nada do assunto, nem quero. Mas acho que há limites para a impunidade, e que quem vive a lançar estas atoardas tem que saber enfrentar as consequências. Nem tudo pode ser folclore e pirotecnia.


4 comments:

JG disse...

Esse fulano, que esteve anos calado que nem um rato, entretido a comprar "obras de arte" que, segundo dizem as más línguas, são na sua grande maioria obras menores (sou insuspeito porque ainda não as vi), deu agora em "mandar bocas" a torto e a direito.

Já não nos chegava o Jardim, ainda vem esse "comendador metralha", como lhe chamas, com insinuações e intrigas a toda a hora!!!

Bolas, bolas, bolas!!!!

ana vidal disse...

calado "que nem um rato" é o termo certo, JG. Agora desatou a falar, mas continua um rato. É genético.

rv disse...

Desculpa, Ana, não concordo.
Rato não! Que insulto para o "Rato" que conhecemos, prima! Pode ser antes cobra venenosa ?
Este comendador tem um condão de me irritar profundamente. Como ouvi uma vez num supermercado uma mulher dizer para outra, que devia ser a comadre "Dá-se-me cá uma pomada de nervos!"
Nota-se muito ?

ana vidal disse...

Não, nada...
Tens razão, não comparar com o meu ratinho. Mas é que este rato é de outra espécie: é do esgoto.