quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Million Dollar Mister


Está visto que toda a gente está farta de futebol. A começar pelos seus protagonistas, que cada vez mais acrescentam uns pozinhos de boxe ao espectáculo, para lhe dar outro elan. Inventou-se um novo desporto: o futeboxe.
Desta vez, foi o próprio Million Dollar Mister quem brilhou nos ringues.

5 comments:

pedro sanchez disse...

Já nem sei que dizer mais.

Um dia ainda dou razão ao nosso Prémio Nobel da Literatura, Saramago, na criação da Ibéria.

Triste, triste, triste...

Miguel disse...

Esta estorinha do Scolari tem infelizmente, similitudes com uma que se passou comigo:
- Também eu tive uma crise de mau-perder
- Também o resultado final se me afigurou assaz injusto, com o adversário a abusar, durante todo o jogo, de uma táctica cínica.
- Também eu, agredi, por esse motivo, um oponente.
- Também eu me tive de confrontar com a estatura elevada do oponente.
- Também eu evitei, estrategicamente, a reacção do oponente.

Entre tantas similitudes ,apenas uma pequena nuance : eu tinha 11 anos e o episódio passou-se no torneio inter-turmas do colégio que eu frequentei.

João Paulo Cardoso disse...

Também escrevi sobre o nosso Million Dollar Mister!

Podes ir lá ler.

Beijos.

Mario Cordeiro disse...

Não percebo nada.
Ele deu um murro no Dalai Lama, no pai da Maddie ou no BIn Laden?
E afinal deu ou não deu? E não se arrepende de nada ou arrepende-se de tudo?
É que a parafernália noticiosa é tal que já não sei de que terra sou - Ibéria?

ana vidal disse...

Meninos, ordem na mesa!!
Fiz esta graça com o Scolari porque não resisti, mas saibam que o percebo: é humano, estava sob uma enorme tensão e defendeu um dos seus. Até acho bonito, e gosto de gente emotiva. Se ele fosse um cubo de gelo os jogadores não gostavam dele como gostam. Mas teve um gesto impensado e impensável no lugar que ocupa e agora, fatalmente, vai pagar as consequências. São essas as regras do jogo.
Não percebo nada de futebol mas percebo um bocadinho da natureza humana: o homem acabou de dar aos seus maiores críticos, de bandeja, uma excelente razão para o lixarem. E só por isso já tem a minha simpatia.
Tenho dito. Agora caiam-me em cima...